EU FUI NA CIDADE MAIS POBRE DO BRASIL
Renan visita Marajá do Sena, no centro do Maranhão, apresentada como a cidade de menor IDH do Brasil. Cita que o IDH local é de 0,4 — número que, segundo ele, “assusta até nações da África subsaariana em guerra”. Mais de 60% da população está no Bolsa Família e praticamente não há emprego formal.
A partir do caso, apresenta sua tese de fusão de municípios: argumenta que muitas cidades pequenas existem apenas porque oligarquias locais brigaram com oligarquias dominantes e se emanciparam, criando novas prefeituras apenas para captar repasses. Propõe unir esses municípios em “macromunicípios” com indicadores de desempenho (educação, saúde, segurança, IDH). Prefeito que não bater as metas ficaria inelegível.
No mesmo vídeo, defende que o estado atue junto do setor privado para explorar potencialidades econômicas regionais. Cita o exemplo do babaçu na região da Mata dos Cocais: produção de farelo e óleo, com industrialização local, como forma de gerar dinamismo, empregos e reduzir a dependência de transferências federais.