O Brasil não é para amadores!
Renan denuncia o caso do DJ Alock no Piauí como exemplo de como o judiciário estadual funciona como aliado da classe política na manutenção do esquema de shows com dinheiro público.
O caso
A Justiça do Piauí cancelou um show do DJ Alock que custaria R$ 1,8 milhão aos cofres públicos. O juiz argumentou que um estado com indicadores ruins em saneamento, saúde e educação não pode gastar nesse nível com entretenimento.
Ao recorrer, a decisão chegou a um desembargador — que reverteu a suspensão. Renan sugere com ironia que desembargadores de estados como Piauí, Amapá e Maranhão tendem a preservar interesses da classe política local, que os nomeou.
O perfil do DJ Alock
Renan descreve o DJ como “um cara moderno que vive da coisa mais arcaica”: shows públicos. Destaca que o artista “é amicíssimo” de:
- Efraim Filho (Rueda do União Brasil)
- Ciro Nogueira (PP)
Ou seja, tem conexões políticas para arrumar esses contratos.
A mecânica do esquema
Três atores identificados:
- O artista — vive de shows públicos, usa relações políticas para garantir contratos.
- O estado — usa shows em ano eleitoral como ferramenta de reeleição, dando patrocínio governamental.
- O dinheiro — sai do Brasil inteiro via transferências federais, mas em vez de melhorar a vida local vai para “compra de consciências e política de pão e circo”.
“Nós não podemos ser o país da cigarra, nós temos que ser o país da formiga. Primeiro o trabalho e depois a festa.”
A promessa
Renan reitera: se eleito presidente, vai passar a lei de responsabilidade gerencial, acabando com shows em municípios que não tenham entregado estradas asfaltadas, esgoto tratado, água tratada, segurança resolvida e educação aplicada.
