O que os estudantes da USP fizeram
Renan Santos critica uma greve realizada por estudantes da USP, argumentando que o custo do paralisação representou um desvio de recursos que poderiam ter financiado segurança pública e moradia.
A greve durou 28 dias. O orçamento anual da USP é de R$ 9 bilhões, e a paralisação teria custado R$ 643 milhões aos contribuintes paulistas. Renan afirma que com esse valor seria possível contratar 5.000 novos policiais, construir 3.000 moradias populares ou pagar 500.000 meses de auxílio moradia.
A reivindicação dos estudantes era aumento no auxílio de permanência estudantil para cerca de R$ 800 mensais — equivalente a um salário mínimo. Renan questiona que a universidade seja gratuita para o estudante e o Estado ainda pague para ele estudar. Acrescenta que a greve surgiu porque estudantes ficaram insatisfeitos com o fato de professores terem recebido autorização da reitoria para perceber acima do teto constitucional — Renan classifica isso como “cambalacho”.
Renan propõe três medidas: (1) fim da autonomia universitária e vinculação dos repasses da USP a metas de desempenho da universidade e dos estudantes; (2) jubilamento automático de aluno que fizer greve, já que não existe na lei “greve de beneficiário de serviço público”; (3) criação de endowments universitários, fundos de investimento mantidos por ex-alunos para financiar pesquisa e estrutura, no modelo americano.
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URL: https://www.youtube.com/watch?v=RA9C1wlmNgs Data: 2026-05-13