Eu não sou pacifista com criminoso que abusa de meninas.
Em 30 de agosto de 2026, Renan Santos afirma que “não podemos ter leis que permitam que um traficante, que um assaltante, que um assassino seja preso e não cumpra sua pena, ele retorne à rua”. Ele defende que o enfrentamento ao crime organizado passe por “uma guerra”, pelo aumento das leis penais e pela mudança nas leis de execução penal — “de modo que um bandido que seja condenado, ele cumpra sua pena”.
Renan retoma o caso do condenado a 120 anos que estuprou uma menina de 16 anos em saidinha, ocorrido no dia anterior, como exemplo do que quer impedir: o criminoso saiu pelo benefício e violentou a adolescente. A proposta combina a reforma penal com a retirada do comando territorial das facções: colocar favelas, bairros e cidades sob GLO e estado de defesa, e montar uma força-tarefa nacional envolvendo governadores, Polícia Federal e polícias estaduais.
Para Renan, com os presos cumprindo a pena integralmente em presídios onde passariam “30, 40 anos da sua vida, eventualmente muitos deles não saiam”, seria possível “destruir o business Comando Vermelho e o business PCC”. Ele encerra reafirmando que não é pacifista com criminoso que abusa de meninas.
Temas abordados
- Segurança Pública — guerra ao crime, GLO, estado de defesa e força-tarefa nacional
Posições defendidas
- Aumento de Penas e Crimes Imprescritíveis — fim da saidinha; mudança nas leis de execução penal; cumprimento integral da pena
- Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo — GLO e estado de defesa em territórios do crime; retirada do comando territorial das facções
Pessoas mencionadas
- Nenhuma pessoa nomeada além de Renan Santos.
