Lula é o candidato do feminicídio

Em 30 de agosto de 2026, Renan Santos afirma que o tema do feminicídio está sendo “convenientemente” instrumentalizado nas eleições presidenciais para fazer as mulheres acreditarem que candidatos que lutam contra o crime “são maus”. Para ele, “é mais fácil contar o Lula” — que chama de “o candidato da impunidade” — do que falar de feminicídio o tempo todo. Renan diz que Lula tem “piadas machistas de toda sorte” e que, nos governos dele e de Dilma Rousseff, “mortes de homens e mulheres aumentaram” — os recordes de feminicídio estariam ocorrendo “no governo de quem? Do Lula”, sem que ninguém o questione.

Renan acusa a campanha de tentar “colocar um véu” para que as mulheres votem “num candidato que faça o que mais mulheres morram”. Ele afirma que o feminicídio vem sendo tratado como “tema das eleições” para dividir o voto masculino e feminino e impedir as pessoas de enxergarem o problema maior: cerca de 100 brasileiros morrem de homicídio por dia — “branco, preto, pardo… homem e mulher tá morrendo no Brasil”, todos pagando impostos altos.

Renan conclui que a estratégia é “apenas nos dividir” — “se você quiser prender bandido, você é machista” — e diz que é preciso “denunciar essa face”.

Temas abordados

Posições defendidas

  • Crítica ao uso eleitoral do feminicídio para desqualificar candidatos que priorizam o combate ao crime

Pessoas mencionadas

  • Lula — apontado como o “candidato da impunidade”, com piadas machistas e recordes de feminicídio em seu governo
  • Dilma Rousseff — sucessora de Lula, citada em contexto de aumento das mortes de homens e mulheres em seus governos

Fonte