Não vamos abaixar a cabeça

Em 30 de agosto de 2026, Renan Santos pede aos apoiadores que “ninguém baixe a cabeça” diante da notícia veiculada na imprensa de que sua candidatura estaria “na mão do Dias Toffoli” — ou seja, de que o registro de sua candidatura no TSE poderia cair por supostas “ilicitudes” cometidas por ele. Renan afirma que não vai entrar no mérito da discussão política, mas explica do que se trata: um caso de registro das redes sociais de todos os candidatos que estaria “dando problema no TSE para um monte de gente”, decorrente de um “problema interno de sistema ali que já foi resolvido há muito tempo”.

Renan afirma que sua campanha pode ser enquadrada por abuso de poder econômico e ironiza a acusação: “eu posso ser enquadrado por abuso de poder econômico. Eu sei que vocês que nos acompanham sabem que isso estuda muito bizarro”. Ele descreve a própria candidatura como a “mais pobre, mais barata” da eleição: disponha apenas de vaquinha e doações privadas, sem tempo de TV, sem fundo partidário e sem fundo eleitoral — “eu não tenho absolutamente nada”. Para ele, a campanha se sustenta em “talento” e “capacidade de se comunicar”, enquanto as campanhas dos adversários usam “centenas de milhões de reais por dentro e por fora”.

Renan pede que os apoiadores continuem divulgando e trabalhando, diz não acreditar que “a justiça vai ser tão injusta num caso desses” e relembra que avisou que “o jogo era pesado”. Ele encerra reafirmando: “nós vamos vencer porque os justos vencem”.

Temas abordados

  • Partido Missão — candidatura presidencial; campanha sem dinheiro público

Posições defendidas

  • Crítica à acusação de abuso de poder econômico contra uma campanha autofinanciada por doações populares

Pessoas mencionadas

  • Dias Toffoli — citado como o ministro em cujas mãos estaria o registro da candidatura de Renan no TSE

Fonte