Todo mundo no mesmo escândalo

Em 5 de setembro de 2026, Renan Santos afirma que “foi a mesma grana suja do Vorcaro” que teria “molhado a mão” de Flávio Bolsonaro, de Alexandre de Moraes e de Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça de Lula — “é o mesmo dinheiro sujo”. Ele reitera que o próprio Flávio teria enviado o coordenador de campanha para conversar com Gilmar Mendes “para apaziguar”, e afirma que a ideia dos grupos no poder é “usar o nosso eleitor como bucha de canhão o tempo todo”.

Renan argumenta que o país está destruído porque “quem administrou a gente, quem mandou na gente nos últimos anos não presta”: “roubou junto, participou das mesmas orgias”. Para ele, é “o mesmo dinheiro sujo do NSS [INSS]” que circulou com Willer Tomás — apontado como sócio de Flávio — e com Everton Rocha, vice-líder do governo Lula: “é o mesmo dinheiro sujo todas as vezes”.

Ele conclui que os eleitores vão precisar “despertar que o inimigo são todos eles” e que “nós somos, como eu disse, a resistência”: “não há outro grupo além de nós” — ressalvando que não fala “de maneira messiânica” e desafiando que citem outro grupo com a mesma posição. Encerra dizendo que “todo mundo está enfiado no mesmo escândalo, todo mundo puxando o saco um do outro”, que “oportunistas deixaram pra gente fazer isso” e pede “vote 14, vote Renan”.

Temas abordados

Fonte