Operação “Dark Horse”
Em 10 de setembro de 2026, Renan Santos comenta a Operação Dark Horse, que segundo ele envolve Mário Frias e tem a “família Bolsonaro quase citada”. Ele afirma: “é óbvio que houve roubalheiro no caso do Dark Horse” e que, “havendo justiça no país”, os envolvidos “serão presos” — “isso vai incluir membros da família”, afirmando em seguida que “isso inclui o próprio Flávio Bolsonaro”. Renan pondera, no entanto, que não acredita que essa justiça exista: “não acho que há”.
Renan diz que a reação do eleitoramento a escândalos como esse é previsível: “é óbvio que o eleitor do Flávio não liga”. Ele reproduz o argumento que diz ouvir — “não vai mudar nada, nada acontece, feijoada” — e observa que o eleitor de Flávio “já aturou” uma série de episódios: “o Flávio indo com Willer Tomás… gastar milhões num cassino”, a “compra de mansões sem explicação” de como obteve o dinheiro e outros escândalos recentes citados no vídeo (um deles com nome corrompido na transcrição automática).
O centro do vídeo é a crítica à desculpa do “menos pior”. Renan diz que o eleitor de Flávio justifica o voto com “é melhor ele do que a turma do Lula”, mas contrapõe que “eles estão envolvendo os mesmos escândalos” e que, “no primeiro turno, você pode votar em outra pessoa”. Ele explica que, “num país de dois turnos”, “o Lula só ganha se você votar no Lula” — e conclui que quem insiste em votar em Flávio o faz “porque no fundo essa pessoa gosta de ladrão”.
Renan amplia a crítica para o conjunto do eleitorado brasileiro. Diz que “o brasileiro reclama do bandido, mas o brasileiro gosta de bandido” — “o brasileiro é apaixonado em bandido” — citando como exemplos a admiração pública por Virgínia Fonseca (que diz “tá envolvida com Bet” e teve “coisas que chegam até próximo a crime organizado” no seu entorno) e por Deolane Bezerra. Ele afirma que as pessoas “não amam o Flávio, elas amam o Jair Bolsonaro” e “se vão se juntando ao Flávio por essa conveniência”.
Renan explica por que não dirige a mesma crítica ao PT nesse vídeo: o PT “já é nosso inimigo natural” e “já tem isso intro[nizado] como uma doutrina”, pois “a ideia de que a corrupção pode ser um instrumento político… é da esquerda”. O alvo é o antipetista que, segundo ele, “hoje fala: ‘não, eu gosto da família Bolsonaro mesmo sendo corrupto’ e virou cínico”. O fecho responsabiliza esse eleitor: “não reclame depois quando o Lula ganhar, não reclame depois quando a crise econômica se instalar, porque foram vocês que criaram essa crise, foram vocês que colocaram a gente nesse buraco. A culpa no fim do dia é de vocês.”
Temas abordados
- Crítica à Direita Tradicional — o antipetista que “virou cínico”; a desculpa do “menos pior” e os “mesmos escândalos”
- Operação Dark Horse — Setembro de 2026 — Renan diz que “houve roubalheiro” e que os envolvidos incluiriam “membros da família”
- Flávio Bolsonaro — voto incondicional, cassino com Willer Tomás e mansões sem explicação
- Corrupção Municipal — a tese de que “o brasileiro é apaixonado em bandido”
Posições defendidas
- Recusa do voto “menos pior”: em um país de dois turnos, o eleitor pode votar em outro nome no primeiro turno em vez de Flávio Bolsonaro
- Prisão dos envolvidos na Operação Dark Horse, o que, segundo ele, incluiria membros da família Bolsonaro — “havendo justiça no país”
Pessoas mencionadas
- Flávio Bolsonaro — alvo central: voto incondicional, cassino e mansões
- Jair Bolsonaro — a quem, segundo Renan, o eleitor é de fato fiel
- Willer Tomás — citado como acompanhante de Flávio em gastos em cassino
- Virgínia Fonseca e Deolane Bezerra — exemplos da tese de que “o brasileiro gosta de bandido”
- Mário Frias — citado como envolvido na Operação Dark Horse (sem página própria; menção de passagem)
