Jerônimo Rodrigues
Governador da Bahia pelo PT. Renan Santos o menciona como exemplo da leniência estrutural do PT com o crime organizado e como principal responsável político pela deterioração da Bahia em segurança pública, população e economia.
Nota: esta página reúne apenas afirmações feitas por Renan Santos em seus vídeos.
Impede a PM de agir — Bahia como 2º estado mais violento (maio de 2026)
Em dois vídeos gravados em Salvador em 24 e 25 de maio de 2026, Renan reage a imagens de um velório em Dias d’Ávila (subúrbio de Salvador) atacado a tiros por uma facção rival. Usa o episódio para acusar Jerônimo diretamente: o governador tem à disposição uma polícia “letal, que gosta de matar bandido” e simplesmente a impede de fazer qualquer coisa. O resultado é a Bahia como segundo estado mais violento do Brasil, tomada por facções. “Isso elimina qualquer possibilidade de rolar lei e ordem no estado.”
Renan também destaca o impacto demográfico: Salvador perdeu população, e o estado continua “expulsando gente para outros lugares” — sinal, segundo ele, de colapso da qualidade de vida sob gestão PT.
Ver 2026-05-24 - A Bahia governada pelo PT já era e 2026-05-25 - O PT destruiu a Bahia.
”Líder de facção” — a analogia de Renan
No vídeo 2025-12-18 - Comente o nome dessa facção., Renan usa o assassinato de três trabalhadores de concessionária elétrica na Bahia como ponto de partida. A facção local que executou os homens (por inadimplência de taxa de proteção) é secundária na análise — Renan nomeia Jerônimo como o responsável maior:
“Existe um líder de facção que atua em todo o território baiano e que permite que essa mesma facção atue lá.”
Acusa o governador de ser “leniente contra o crime organizado” e de sabotar o trabalho da Polícia Militar. Reproduz declaração do próprio Jerônimo: “Minha ordem não é matar. Minha ordem é em direitos humanos.” Renan usa isso para argumentar que a postura de não-confronto com o crime é uma política deliberada do PT.
O padrão PT: Bahia e Ceará
Renan conecta Jerônimo ao governador do Ceará, Elmano de Freitas (também do PT): ambos “por coincidência, permitem o avanço do Comando Vermelho nos seus estados.” Acrescenta que o Comando Vermelho enviou emissários para o governo Lula para fazer reuniões ao longo de 2025, apresentando isso como uma política articulada.
Resultado: a Bahia se tornou “um celeiro de criminosos”
Segundo Renan, a consequência da gestão: a população continua migrando da Bahia para outros estados, e “viver na Bahia se tornou um inferno.”