Wagner Moura

Ator brasileiro radicado no exterior, conhecido internacionalmente por papéis em produções como Narcos e Elysium. Renan Santos o menciona como figura emblemática da “elite cultural” de esquerda que, na sua visão, não vive no Brasil mas emite opiniões sobre o país.

O prêmio e a repercussão política (janeiro de 2026)

Em janeiro de 2026, o filme protagonizado por Wagner Moura — dirigido por Cléber Mendonça Filho, descrito por Renan como “clássico esquerdista brasileiro” e filho de “oligarquias de Pernambuco” — recebeu um prêmio internacional. Para Renan, o prêmio foi usado por Moura como plataforma para emitir opiniões sobre a política brasileira.

Renan afirma que Moura e sua turma acreditam que “o grande problema do Brasil hoje é a ditadura militar que terminou em 1985” e que o país vive uma espécie de fascismo a ser combatido pela arte — “naturalmente financiada em grande parte por dinheiro público.”

A crítica de Renan

Renan aponta uma contradição: Moura não mora no Brasil, mas suas opiniões seriam sempre as mesmas da “elite cultural” que administra a forma de pensar do país há décadas. O que essa elite chama de fascismo seria, na leitura de Renan, apenas “a vontade que nós brasileiros temos de viver num país em que você não terá seu celular roubado, em que crianças aprendem português e matemática” — em vez de justiça social fabricada em ficção.

Os aliados políticos de Moura — o PT — estão no governo, e os estados onde têm mais poder são, segundo Renan, os mais “bagunçados, pobres e violentos”: “maiormente o Nordeste.”

“Ganhar um prêmio internacional não torna você mais válido para dar sua opinião sobre as coisas do Brasil. Sua opinião continua sendo a mesma porcaria.”

Fontes