PRECISAMOS FALAR SOBRE O WAGNER MOURA

Canal: Renan Santos | Data: 13 de janeiro de 2026 | Tipo: Short URL: https://www.youtube.com/watch?v=UqaKq0S2oog


Resumo

Renan reage ao prêmio internacional recebido pelo filme protagonizado pelo ator Wagner Moura, dirigido por Cléber Mendonça — descrito como “clássico esquerdista brasileiro” e filho de oligarquias de Pernambuco. O prêmio, na leitura de Renan, não torna as opiniões políticas de Moura mais legítimas sobre o Brasil.

Renan afirma que Wagner Moura não mora no Brasil mas emite sempre as mesmas opiniões da “elite cultural” que, na sua visão, administra a forma de pensar do Brasil há décadas. Para Moura e sua turma, “o grande problema do Brasil hoje é a ditadura militar que terminou em 1985.” Moura enquadraria o país como vivendo uma espécie de fascismo a ser combatido pela arte — “naturalmente financiada em grande parte por dinheiro público.”

Para Renan, o que essa elite chama de fascismo é simplesmente a vontade dos brasileiros de “viver num país em que você não terá seu celular roubado, em que crianças vão e voltam da escola numa boa e aprendem a falar português e matemática” — em vez da “justiça social construída através de vídeos bonitinhos.”

Os aliados políticos de Moura — o PT — estão no governo, e os estados onde têm mais poder, “maiormente o Nordeste”, são, na avaliação de Renan, os mais “bagunçados, pobres e violentos.”

“Ganhar um prêmio internacional não torna você mais válido para dar sua opinião de merda sobre as coisas do Brasil. Quando eu chegar à presidência, nós vamos tornar a democracia do Brasil algo real — uma democracia baseada na ordem e no respeito ao cidadão.”

Temas abordados

Posições defendidas

  • Democracia exige ordem; democracia sem ordem “é só bagunça.”
  • Arte financiada com dinheiro público não deve ser usada como instrumento político-ideológico.