QUEM É RENAN SANTOS? (biografia)

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Vídeo biográfico completo, narrado em terceira pessoa (por uma voz diferente) com trechos do próprio Renan. É a apresentação mais detalhada disponível de sua trajetória.

Dados pessoais

  • Nasceu em São Paulo, no bairro Operário (Mooca), em 14 de fevereiro de 1984.
  • Filho de um advogado e uma psicóloga.
  • Aluno dedicado; interessado em Fórmula 1, desenhos japoneses e política desde cedo.
  • Descrito como tímido mas estudioso.

Formação e primeiros passos

Passou na Faculdade de Direito da USP (considerada a mais difícil do Brasil), onde desenvolveu o gosto pela política e pela criação de grupos. Já com cerca de 20 anos fundou seu primeiro partido político na faculdade, e organizava eventos — inclusive levando o humorista Henry Cristo para palestrar.

Sofreu um golpe dos próprios colegas no partido universitário e abandonou a faculdade para trabalhar com o pai reestruturando empresas em falência, durante o período em que o governo Lula dizia que “o Brasil estava às mil maravilhas”. Processos contra as empresas que tocavam eram oriundos de sócios antigos que haviam falido — Renan os descreve como legado de terceiros.

Episódio dos policiais corruptos

Durante o governo Dilma, policiais tentaram colocar droga na empresa do pai para incriminá-lo e cobrar suborno. Renan se recusou a pagar, participou de uma operação encoberta com o Ministério Público para prender os policiais corruptos, e recebeu uma medalha do Ministério Público pela colaboração. Esse episódio é descrito como o momento em que decidiu “mudar sua vida de uma vez por todas” e se dedicar à política.

MBL e manifestações

Fundou o Movimento Brasil Livre (MBL) junto com amigos próximos. O movimento organizou as maiores manifestações da história do Brasil, pedindo o impeachment de Dilma Rousseff em paralelo à Operação Lava-Jato. Renan afirma que o MBL “teve um papel fundamental” na queda de Dilma.

Enquanto amigos como Kim Kataguiri foram eleitos deputados, Renan manteve o papel de “construtor de grupo” — administrando o orçamento, articulando redes, sendo o principal alvo de ataques da imprensa.

Nunca se alinhou ao bolsonarismo: achava que Bolsonaro era “uma farsa” e que era possível ser de direita sem se ajoelhar a um político famoso. Foi investigado pela PGR, pela Polícia Federal e pela Polícia Civil, e absolvido todas as vezes.

Partido Missão

Propôs o Partido Missão como representação dos jovens e de quem rejeita ser administrado pelos “mesmos coronéis”. O partido bateu recordes de velocidade de constituição: mais rápido da história do Brasil, em maior número de estados, com maior número de fichas validadas.

O programa do partido é chamado de Livro Amarelo, descrito como “revolucionário” por propor: criminalização do crime organizado sem precedentes, industrialização do Nordeste, enfrentamento das desigualdades regionais.

Renan termina o vídeo dirigindo-se diretamente ao espectador: “Eu sou um cara comum que tem alguns desejos excepcionais sobre o nosso futuro.”

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