O Rio de Janeiro precisa urgente de uma guerra

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Renan Santos afirma que o Rio de Janeiro está em situação de guerra e conflito armado que já extrapolou os limites do que a polícia civil e militar podem enfrentar sozinhas.

O diagnóstico

O crime organizado no Rio está usando drones para lançar bombas — tática que Renan enquadra como guerrilha, não como segurança urbana. Esse nível de escalada, segundo ele, exigiria o envolvimento das Forças Armadas, pois está previsto na Constituição Federal que forças federais devem atuar quando a situação ultrapassa a capacidade do estado.

A crítica ao governo federal

Enquanto o Rio ardia, o presidente Lula estava em viagem internacional comemorando, segundo Renan, a derrota de Bolsonaro. A ministra Anielle Franco (Direitos Humanos) e o ministro Lewandowski (Justiça) não apresentaram resposta à crise.

“Já parta do princípio que não existe essa institucionalidade, que o governo federal é o teu inimigo.”

O conselho ao governador

Renan dirige um conselho explícito ao governador Cláudio Castro: parar de esperar resposta federal, convocar os representantes da imprensa, declarar publicamente que vai à guerra com seus soldados, convocar governadores de outros estados para mandarem efetivos de apoio, e deixar claro que o governo federal é o obstáculo — não o aliado.

“Se o governo federal não vai pra guerra, eu vou com meus soldados pra guerra aqui. (…) Pare de ser covarde.”

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