TRUMP RETIROU MAGNITSKY DO ALEXANDRE DE MORAES!
Vídeo em que Renan explica sua teoria sobre o “grande acordão” que resultou na retirada das sanções Magnitsky de Alexandre de Moraes pelos EUA de Trump — conectando Venezuela, Flávio Bolsonaro, Lula e Joesley Batista.
A previsão de Renan
Renan afirma ter sido chamado de “louco” duas semanas antes por ter anunciado o que estava por vir. O vídeo retoma a análise e confirma que o acordão se materializou.
Quem ganhou o quê no acordão
Cada ator do acordo, segundo Renan:
- Trump: leva a Venezuela sem dar um tiro, “mostra que é brabo.”
- Bolsonaros: tiram Tarcísio do jogo, controlam a direita brasileira; Eduardo Bolsonaro, que parecia “meio bobo”, tem a situação resolvida.
- Lula: tira Tarcísio do jogo; resolve a questão das terras raras; traz investimentos para o Brasil; salva amigos do STF que estavam na lista da Magnitsky; ganha imagem de “grande negociador.”
- Joesley Batista: ganha nos EUA como “amigão do Trump.”
- Alexandre de Moraes: tem as sanções retiradas.
“É um acordo bom ali para quase todo mundo. Só não é um acordo bom exatamente para você que vai continuar tendo o Lula como presidente.”
Por que Flávio Bolsonaro é candidato por escolha de Moraes/Trump/Lula
Renan explica a lógica: “Flávio Bolsonaro é candidato porque Trump quer Flávio Bolsonaro como candidato, Alexandre de Moraes quer Flávio Bolsonaro como candidato e Lula quer Flávio Bolsonaro como candidato.”
A razão: Flávio perde para o Lula no segundo turno, mantém a base bolsonarista sob controle da família e garante que os Bolsonaros tenham “uma boa relação com as Cortes Superiores.”
O acordão também envolveu dosimetria
Renan lista os elementos do pacto: Venezuela, abandono de Maduro por Lula, Flávio como candidato, dosimetria de penas no STF que “vai deixar rolar”, e retirada das sanções sobre Moraes.