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Vídeo em que Renan usa o assassinato de três eletricistas na Bahia como ponto de partida para atacar a gestão de segurança pública do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e do presidente Lula.
O crime na Bahia
Três trabalhadores de uma concessionária de eletricidade foram executados na Bahia. Segundo Renan, a empresa “esqueceu de pagar o valor para um determinado grupo criminoso que atua na região.” Os homens foram mortos durante o trabalho normal de atendimento de bairro a bairro — “suas famílias ficaram isoladas, seus filhos ficaram abandonados.”
O governador como “líder de facção”
O vídeo é estruturado como um enigma: Renan afirma que a facção local que disparou é secundária — o verdadeiro responsável é quem permite que ela opere. Nomeia o governador Jerônimo Rodrigues como esse responsável:
“Ele de maneira burra e responsável toma decisões que fazem que a Bahia hoje seja um celeiro de criminosos.”
Acusa Jerônimo de sabotar o trabalho da própria Polícia Militar, e cita declaração do governador: “Minha ordem não é matar. Minha ordem é em direitos humanos.” Renan usa isso para argumentar que a leniência institucional do PT é estrutural, não acidental.
A analogia: Jerônimo é do PT — “o grupo ao qual ele pertence usa a cor vermelha como principal símbolo” — e, assim como o governador do Ceará Elmano de Freitas, também petista, os dois “permitem o avanço do Comando Vermelho nos seus estados.”
A conexão com o governo Lula
Renan menciona que emissários do Comando Vermelho fizeram reuniões com o governo Lula ao longo do último ano, caracterizando isso como uma política nacional de acomodação com o crime organizado.
O desafio aos baianos e cearenses
Renan convoca eleitores da Bahia e do Ceará a “entenderem o recado” e afirma que, se eleito presidente, vai “combater todas as facções que atuam lá e especialmente todos aqueles que são lenientes.”
