Desafio para seus parentes

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Vídeo de fim de ano em que Renan propõe um “teste” com parentes bolsonaristas ou petistas: perguntar sobre o Banco Master. A tese central é que tanto a direita bolsonarista quanto a esquerda petista mantêm um “pacto de silêncio” sobre o escândalo porque ambos os lados estão envolvidos.

O silêncio da direita bolsonarista

Renan classifica como “muito estranho” o silêncio da direita sobre o envolvimento de Alexandre de Moraes com o Banco Master. Apresenta o raciocínio: Flávio Bolsonaro não fala porque seus amigos andavam com Roberto Campos Neto, envolvido no esquema; Campos Neto era supostamente o ministro da Fazenda do candidato Tarcísio, que também teria aparecido em reuniões com Vorcaro.

A esquerda defendendo Moraes

Por outro lado, a esquerda adotou uma “estranha defesa” de Alexandre de Moraes — classificando como defesa da democracia sua proteção mesmo diante de evidências comprometedoras. Renan faz uma ironia:

“Se isso é democracia, prefiro viver numa ditadura, porque um lugar onde você de fato não tem alternância de poder, em que as pessoas que mandam podem fazer o que quiserem e ficam impunes — aquilo se assemelha a um regime tirânico.”

Estratégia futura do PT

Renan antecipa o que, na sua leitura, será a estratégia do governo PT nos próximos meses: “ir para cima do Centrão pegando crimes que o Centrão cometeu” — e para isso precisarão de aliados no STF, sendo Moraes o mais valioso.

Único pré-candidato

Encerra desafiando os demais pré-candidatos a começar a falar: “ou são covardes, ou são coniventes, ou estão ganhando dinheiro nessa história toda.”

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