Atenção, carioca! Muito cuidado nas ruas!
Canal: Renan Santos | Data: 10 de janeiro de 2026 | Tipo: Short URL: https://www.youtube.com/watch?v=tn3bXE7YvHM
Resumo
Renan emite um alerta para moradores do Rio de Janeiro: 300 criminosos “de alta periculosidade”, membros de facções importantes, foram soltos pelas ruas por meio da saidinha e da progressão penal.
Renan cita nomes específicos como exemplo da lista de liberados: Thiago Vinícius Vieira (Dourado) — TCP, preso por tráfico de armas e roubos; Nestor do Tuiuti — Comando Vermelho, chefe no Tuiuti, preso por tráfico; Márcio Martelo (Bolado) — CV, preso por tráfico, chefe na FAL; Sérgio Luiz (Um Problema) — CV, gerente da favela da Lagoa em Magé. “São apenas a ponta do iceberg.”
Define a saidinha: “um prêmio que a justiça brasileira concede a criminosos, mesmo assassinos, por terem se comportado direito durante a prisão.” Juízes com “supersalários pagos por você” liberam criminosos e tornam as ruas mais inseguras para o cidadão comum.
Critica a perpetuação do sistema independentemente do partido: “É um absurdo que entra governo de esquerda, depois entra governo de direita, entra governo do Temer, tem governo do PSDB, e um absurdo como a saidinha continua de pé.” Cita também que Thoias, membro do Comando Vermelho, foi eleito deputado estadual e atuava na Assembleia Legislativa até ser preso em nova operação.
Proposta concreta:
- Acabar com saidinha
- Acabar com progressão penal
- Acabar com juiz de garantia
- Acabar com audiência de custódia
- Acabar com indulto de Natal (“vagabundo não tem que ter Natal”)
- Duplicar todas as penas para crimes violentos
- Tornar as leis de processo penal mais duras e simples
- Fazer com que o policial seja respeitado e o preso não volte para a rua
Temas abordados
- Segurança Pública — saidinha, progressão penal, facções no RJ
- Judiciário e Supersalários — juízes que liberam criminosos
Posições defendidas
- Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo — endurecimento do processo penal como base
Fontes sobre o tema
Mesmo neste vídeo, Renan critica os “deputados bravos” eleitos por cariocas — “policiais que gostam do mito do Bolsonaro” — por não terem feito nada sobre o tema em Brasília e por terem sido “pegos em escândalos de corrupção, com dinheiro escondido dentro de casa ou hotéis.”