VOCÊ CONSEGUE IMAGINAR UM BRASIL ASSIM
Data: 3 de fevereiro de 2026 | Assistir no YouTube Canal: Renan Santos Duração estimada: curto
Resumo
Renan apresenta uma visão programática do Brasil que pretende construir, descrevendo o cotidiano do cidadão comum num país com lei e ordem, segurança pública efetiva, infraestrutura e desenvolvimento econômico.
O Brasil imaginado: o cotidiano do trabalhador
Renan descreve, em tom quase literário, como seria o dia a dia num Brasil transformado:
- Escola: filho na escola “limpa, arrumada, sem funk”, com ensino de qualidade focado em matemática e português, sem risco de abordagem pelo crime organizado.
- Rua: limpa, sem barulho excessivo, sem desrespeito ao espaço público.
- Volta para casa: sem medo de assalto, porque há presídios gigantes abastecidos pelo trabalho policial e pelo direito penal do inimigo.
- Território recuperado: “faccionados eliminados” — Renan usa a expressão “tiro no peito de faccionado para nunca mais levantar”.
Infraestrutura e desenvolvimento
O Brasil imaginado tem ferrovia, estradas e portos para escoar a produção do interior — especialmente no Ceará, com produção agrícola diversificada nos interiores e uma economia de serviços e indústria formadora de classe média não dependente do Estado.
Bomba atômica em 20-30 anos
Renan inclui explicitamente a posse de armamento nuclear como parte do projeto de país: “um país rico, próspero, que consegue se defender porque vai ter forças armadas decentes, que consegue ter bomba atômica ao longo dos próximos 20, 30 anos.”
Criminalização da compra e venda de votos
Renan reitera com mais detalhes a proposta de criminalização: tanto o político que compra quanto o eleitor que vende o voto irão presos. Vendedor de voto no governo Renan = cadeia. A lógica: mudar o custo-benefício do ciclo clientelista nas cidades pequenas.
Interventor em cidades corruptas
Prefeito que distribuir emendas sem prestação de contas irá preso por 20 a 30 anos por compra de voto. Cidade com prefeito corrupto receberá interventor. O objetivo é quebrar o ciclo em que cidades pequenas ficam perpetuamente dependentes de um cacique local.
