Toffoli destrói trabalho do COAF

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Short urgente: Toffoli anulou todas as provas coletadas pelo COAF, a pedido da defesa de Flávio Bolsonaro.

A decisão

Toffoli anulou todas as provas coletadas pelo COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) que estavam sendo usadas em inúmeros processos. A motivação: atendeu pedido feito pela defesa de Flávio Bolsonaro, investigado na rachadinha.

O contexto histórico (2019)

Renan reconstrói a cadeia:

  1. O COAF descobriu, em 2019, que Flávio Bolsonaro praticava peculato (rachadinha) roubando o salário de funcionários de seu gabinete, junto com Fabrício Queiroz.
  2. Flávio e Gilmar Mendes destruíram a operação Lava-Jato para anular essas provas.
  3. O caso foi soterrado. Flávio nunca mais foi responsabilizado.

As conexões reveladas

Renan liga os pontos de uma rede maior:

  • Fabiano Zettel (cunhado de Vorcaro, ligado ao Banco Master) doou R$ 3 milhões à campanha de Jair Bolsonaro e R$ 2 milhões à de Tarcísio de Freitas em 2022.
  • Nicolas Bolsonaro rodava de jatinho com Zettel e promovia a Igreja Lagoinha — vinculada ao próprio Zettel.

“Não adianta você falar que vai lutar contra o STF quando você vota em 2026 num cara que é aliado direto deles — pior, um cara que depende do STF para continuar solto.”

“O Flávio Bolsonaro é o candidato perfeito escolhido pelo Lula para enfrentar ele, porque o Lula sabe que ele perde.”

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