Quando que esses homens tiveram licença pra atacar mulheres desse jeito
Renan critica o que caracteriza como machismo de jornalistas gays contra mulheres de direita, usando como caso central uma matéria do jornal O Globo assinada pelo jornalista Leonardo Svarik.
O caso concreto
A matéria tinha como assunto a recusa do presidente de um partido em liberar uma vereadora (Amanda) para concorrer ao Senado por São Paulo. Renan argumenta que, em vez de tratar do tema, o foco da matéria foi chamar Amanda de “velha” — usando o enquadramento de que ela tinha mais de 35 anos para o “partido da geração Z”.
A tese central
Renan afirma ter percebido um padrão nos últimos anos: jornalistas gays fazem piadas etaristas e machistas sobre mulheres de direita sem sofrer consequências sociais, porque entendem ter uma “licença” derivada de serem minoria.
“Eles acham que podem ainda fazer suas fofoquinhas e darem suas alfinetadas nas mulheres porque têm uma espécie de licença. Ou seja, eles podem ser preconceituosos e escapar do julgamento da sociedade porque são uma minoria. É uma minoria ácida que fala o que quer.”
Prossegue com a observação de que jornalistas que cobrem política com viés esquerdista nunca atacariam Érika Hilton com o mesmo teor, mas se sentem à vontade para diminuir mulheres de direita.
A condição para a crítica funcionar
Renan deixa explícito que não tem problema com a orientação sexual do jornalista. O que critica é a assimetria: ser gay não confere autorização para tratar mulheres com desrespeito, assim como pertencer à direita não autoriza ataques a minorias.
“Pau que bate em Chico também bate em Francisco.”
