URGENTE - STF derruba CPMI do INSS
Short gravado no calor da decisão. Renan anuncia que o STF acabou de derrubar a prorrogação da CPMI do INSS por 8 votos a 2, classifica a decisão como “um descalabro”, “dos maiores absurdos”, e convoca manifestação.
A cronologia
- A CPMI (mista) do INSS estava “avançando e muito”, segundo ele — tinha atingido “gente envolvida com a família do Lula” (inclusive Lulinha e “o irmão do Lula”) e, via quebras de sigilo, “gente ligada ao Banco Master”.
- André Mendonça concedeu liminar dando continuidade à CPMI, a pedido dos próprios parlamentares.
- Alcolumbre (presidente do Congresso) teria se recusado a cumprir a liminar, e, segundo Renan, “sequer leu no regimento que a liminar tinha chegado”.
- O caso voltou ao Supremo, que derrubou a decisão de Mendonça por 8 a 2 — o único ministro que votou junto com Mendonça foi Fux. “Todos os outros votaram pelo fim da CPMI”.
Quem Renan diz que estava sendo pego
Lista os grupos atingidos:
- Centrão.
- “Boa parte do sistema financeiro”.
- Igrejas (ligação com o caso Valadão, explorada em 2026-03-30 - MALAFAIA PEDE AJUDA PARA COMPRAR JATINHO).
- Família do Lula — “tanto o irmão do Lula quanto o filho, o Lulinha”.
- Políticos do PCdoB.
- Gente do Maranhão, citando nominalmente Weverton Rocha.
A provocação sobre Flávio Dino
Renan lança uma pergunta indireta sobre a eventual relação do ministro Flávio Dino com o caso — “será que ele tem algo a dizer sobre essa história?” — e observa que “às vezes era até bom para ele”.
Leitura política
“O STF e o Centrão, pode incluir PL, pode incluir PT. Todo mundo quer que essa CPMI acabe.”
Sua avaliação: “é uma CPMI que estava prendendo os envolvidos, não é uma CPMI para inglês ver, não é uma CPMI de chacota”. Emoldura o ato como sinal de que “se a gente permitir, o Brasil vai virar o país da corrupção” e de que “não adianta votar no candidato A, B ou C se as instituições estiverem viciadas”.
Convoca manifestação na Paulista (a mesma referência do ato de 11 de abril citado em outros vídeos).