A OPERAÇÃO MARMELADA começou

Short dedicado inteiramente ao Escândalo Banco Master. Renan acusa uma operação orquestrada a partir do STF para esvaziar a delação premiada de Daniel Vorcaro, e chama o movimento de “operação marmelada”.

O que teria saído na Folha

Renan diz que a Folha de São Paulo publicou matéria em que ministros do STF minimizam a provável delação de Vorcaro, sustentando que ela “não vai funcionar”. O argumento que atribui aos ministros: a PGR vai acordar “no dia” e exigir do banqueiro uma multa gigantesca; como ele não vai querer pagar, a delação não será homologada; e, sem homologação, “não vai acontecer nada com os envolvidos, que inclui, obviamente, ministros do Supremo”.

A réplica

Renan classifica o raciocínio como “wishful thinking”:

  • Afirma que “o Vorcaro quer a delação”, que “tem grana e bala na agulha” e que a tese do STF “não funciona”.
  • Avalia que o banqueiro pode topar pagar a multa, e acrescenta que “o Vorcaro é um cara fraco, não vai aguentar passar muito tempo em cana”.
  • Mesmo sem homologação, o simples fato de delatar — combinado à alta chance de vazamento — já causaria “danos monumentais aos envolvidos”.

O papel de Alexandre de Moraes

Renan cita como evidência de que os ministros já estão reagindo o fato de Alexandre de Moraes ter tido que responder publicamente sobre viagens no avião de Vorcaro. O ministro teria negado envolvimento, mas, segundo Renan, foram oito viagens.

“Eles estão ainda metendo o louco para fingir que nada vai acontecer. Minha opinião, a delação vem aí e, eles querendo homologar ou não, ela vai vazar. E vazando, meus amigos, a casa cai.”

Convocação

O vídeo termina com convocação para ato na Avenida Paulista no dia 11 [de abril], às 15h, pedindo “a cabeça dos envolvidos”. Renan afirma que “a casa cai e vai depender do único elemento que eles não querem contar: o povo e as ruas”.

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