Santa Catarina x Maranhão — o duelo final!
Renan compara duas cidades que visitou — São Miguel do Oeste (SC) e Santo Antônio dos Lopes (MA) — para demonstrar o paradoxo do pacto federativo: mais dinheiro federal não produz melhor qualidade de vida quando a classe política é ruim.
Os dados comparados
| Indicador | São Miguel do Oeste (SC) | Santo Antônio dos Lopes (MA) |
|---|---|---|
| PIB per capita | R$ 70.000 | R$ 360.000 (5x maior) |
| Famílias no Bolsa Família | ~5% | ~90% |
| Vínculos com carteira assinada | maioria | minoria |
| IDH | 0,801 | 0,565 |
O paradoxo: o município maranhense tem renda per capita cinco vezes maior que o catarinense, mas quase toda a população vive do Bolsa Família. O PIB elevado reflete repasses federais, não atividade econômica real.
Nos demais indicadores — saneamento básico, ranking do IDEB e segurança pública — a diferença continua sendo “uma covardia”, com São Miguel do Oeste sendo muito superior. E o governo federal coloca proporcionalmente mais dinheiro em Santo Antônio dos Lopes do que em São Miguel do Oeste.
A tese
“A classe política de lá é muito muito ruim. Se a gente comparar outros índices… continua sendo uma covardia, ainda mais quando proporcionalmente o governo federal coloca muito mais dinheiro em Santo Antônio dos Lopes do que aqui.”
A proposta
Renan anuncia a necessidade de deputados federais de Santa Catarina e do Maranhão que defendam uma reforma administrativa com indicadores de desempenho obrigatórios para administradores públicos — como condição para receberem recursos federais. Mandar dinheiro para Santo Antônio dos Lopes sem contrapartida de resultado é converter recurso em “escândalo de corrupção”.
O vídeo é uma colaboração com Felipe Barcelos, pré-candidato a deputado federal por Santa Catarina, que encerra o vídeo com a proposta de manter o dinheiro de SC em SC.
