Resposta sobre o bairro de Pinheirinho, em Criciúma
Renan responde à reação do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, após a visita ao bairro do Pinheirinho — área tomada por facção criminosa, crackudos e traficantes.
Contexto
O governador Jorginho mandou a polícia produzir um vídeo minimizando o problema no Pinheirinho, atribuindo a situação às “leis federais penais lenientes”. Renan reconhece que o argumento tem base, mas critica a postura de fingir que não há problema.
Posição
Renan defende a polícia catarinense: o problema não é a corporação, mas a ausência de comando dos governadores e as leis federais pró-bandidos.
Agrava o quadro: no Brasil, a internação compulsória é proibida — o que significa que todos os prefeitos estão impedidos de encaminhar crackudos para tratamento sem seu consentimento, mesmo em situação de total degradação das faculdades mentais.
“A polícia entra onde ela quiser. E lá no próprio bairro do Pinheirinho, a polícia já diminuiu o tamanho da extensão do problema. A questão é que o problema continua existindo.”
Renan documenta o que filmou no local: usuários de crack indo comprar droga, pichações de facção nas paredes, restos de fogueiras de cabos derretidos para extrair cobre, carrinhos de supermercado usados para coletar lixo a ser trocado por droga.
Crítica ao governador
“Jorginho, em essência, não é tua culpa isso, mas não precisa ficar fingindo que nada está acontecendo. Essa postura mentirosa não é de quem tá do lado da solução, e sim é coisa de quem tá do lado da malandragem eleitoral.”
Candidato apoiado ao governo de SC
Renan declara seu pré-candidato ao governo de Santa Catarina: Marcelo Brigadeiro, descrito como “cara casca grossa, que vai enfrentar a bandidagem” e ajudar a mudar as leis penais e de execução penal.