Sim, Flávio fez acordo com o Xandão

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Renan sustenta que Flávio Bolsonaro fez um acordo com Alexandre de Moraes para enterrar a CPI do Banco Master em troca de benefícios na dosimetria de Jair Bolsonaro.

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O “accordão”

A tese de Renan: Alexandre de Moraes se aliou a Alcolumbre e Flávio Bolsonaro para encerrar o caso do Escândalo Banco Master antes que a delação de Vorcaro avançasse. Em troca, Flávio e a família Bolsonaro conseguiriam condições melhores na dosimetria do pai.

Renan prevê que “daqui por diante você não vai ver mais bolsonarista falando CPI do Master”.

O padrão de traições

Renan lista os episódios em que Flávio, na sua leitura, traiu a base bolsonarista:

  • Fim da CPI da Lava Toga (feito “acordo no fundo pela dosimetria do pai”).
  • Voto a favor do PL da misoginia.
  • Voto errado na questão do fundo partidário.

“Todas as vezes Flávio pega a sua confiança e te trai.”

A ironia

Renan destaca a contradição: os mesmos eleitores que iam às ruas pedir “a cabeça” de Alexandre de Moraes têm um candidato que se reúne e faz acordos com ele:

“O mesmo Xandão que eles mandaram as pessoas ir pra rua para protestar, para ficar na frente de quartel pedindo a cabeça dele, foi a pessoa que assinou o acordo, que deu as mãos pro Flávio.”

Mostra imagens de Sóstenes do PL abraçando Bessias, e Flávio abraçando Jaques Wagner — “é todo mundo amigo no final, é todo mundo fazendo negócio no final. É você assistindo ao Vorcaro com todos esses caras, pagando a conta.”

Conclusão

Renan afirma que sob liderança de Flávio a CPI do Master não acontecerá. Conclui com o argumento de que foram o MBL e ele que derrubaram a Dilma, e que “com pessoas sérias como nós” é possível fazer o mesmo novamente.

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