Estou processando o Senado

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No primeiro dia de 2026, Renan anuncia ação judicial contra o Senado Federal em resposta à concessão de R$ 46 milhões em bônus distribuídos a apenas 800 funcionários — cerca de R$ 300.000 por pessoa — aprovados pela presidência do Senado. O TCU havia sinalizado que o benefício era irregular.

O escândalo do bônus

Os funcionários seriam beneficiados justamente por “saberem demais” — segundo a leitura de Renan, o bônus é uma forma de corromper quem guarda os segredos do Senado. Anuncia que vai processar e exigir a devolução do dinheiro.

Crítica estrutural ao Senado

Aproveita o episódio para fazer uma crítica mais ampla à instituição:

  • Fiscalização do judiciário: função constitucional do Senado que, na prática, nunca é exercida
  • Casa revisora: a missão de ser uma câmara de sábios experientes é incompatível com a presença de senadores como Cleitinho e Romário
  • Representação distorcida: São Paulo tem 3 senadores, o Acre tem 3. Renan questiona por que um estado com 44 milhões de habitantes vale o mesmo que um com 700 mil

“Muitos países do mundo abdicaram do Senado e essa é uma discussão que a gente vai precisar ter.”

Senado como reduto de oligarcas

Historicamente, o Senado é descrito como “reduto de gente como Antônio Carlos Magalhães da Bahia e Renan Calheiros de Alagoas.” Quando poderia servir como freio ao avanço ilegal do STF sobre a Constituição, os senadores não agem — porque são “absolutamente corruptos” e “têm medo de que algo aconteça com eles.”

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