Acordão para derrubar o ministro Dias Toffoli
Short em que Renan denuncia um acordo político nos bastidores para sacrificar Toffoli e salvar os demais envolvidos no escândalo do Banco Master.
O acordo (segundo Renan)
Está sendo articulado um impeachment de Toffoli como forma de encerrar o escândalo do Banco Master sem que as consequências se espalmem pelos demais envolvidos. O “acordo” envolveria:
- PT — que usaria Toffoli como bode expiatório para o Lula escapar
- Centrão — que ganharia uma vaga no STF (provavelmente indicando o senador Rodrigo Pacheco, de Minas Gerais)
- Alexandre de Moraes — que escaparia do escândalo
- O próprio governo Lula — que participaria das eleições fingindo que nada aconteceu
A informação de que Toffoli sabe de tudo
Segundo Renan, Toffoli gravou conversas com outros ministros do Supremo e pode usar esse material para chantagear — o que tornaria sua queda mais custosa. Por isso o “acordo” seria mais complicado do que parece: Toffoli não vai querer cair passivamente.
A crítica de Renan
Renan reconhece que convocou manifestações para o dia 21 de março para derrubar Toffoli — mas alerta que o “acordão” seria uma traição ao objetivo real: responsabilizar todos os envolvidos, não apenas um.
“Não podemos aceitar esse acordão. Pegaras Toffoli seria o prêmio de consolação que salvaria a vida de todo mundo.”
“Sendo eleito presidente da República, não farei acordo nenhum junto com o STF para salvar a vagabundagem construída nos últimos anos.”
