Família Bolsonaro quer defender Dias Toffoli

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Short em que Renan expõe o comportamento de Flávio e Carlos Bolsonaro em relação a Dias Toffoli, conectando ao histórico de 2019.

O comportamento atual (fevereiro 2026)

Flávio e Carlos Bolsonaro fizeram campanha nas redes sociais para manter Toffoli no cargo. O argumento de Flávio: melhor manter Toffoli do que arriscar o Lula nomear um substituto pior.

Renan: argumento falacioso, pois a queda de Toffoli envolve o Centrão nomear o senador Pacheco — não uma escolha unilateral do Lula.

O histórico de 2019

Em 2019, Flávio Bolsonaro peticionou no STF junto a Dias Toffoli para retirar o COAF das investigações da Lava-Jato — o que salvou inúmeros corruptos. Contexto: o COAF havia descoberto que Flávio praticava peculato (rachadinha), roubando o salário dos funcionários de seu gabinete junto com Fabrício Queiroz.

A manobra beneficiou não só Flávio, mas o próprio Lula — que voltou ao jogo e se tornou presidente. Desde então, segundo Renan, Flávio “deve favores” ao STF e age consistentemente como aliado:

  • Enterrou a CPI da Lava Toga
  • Passou a atuar como aliado direto do STF no Senado
  • Disse publicamente que não deve haver “tensão” com o Supremo

Os parceiros de Flávio confirmam

Os parceiros jurídicos de Flávio no Senado — Ciro Nogueira (PP) e Antônio de Rueda (União Brasil) — soltaram notas oficiais apoiando Toffoli. Renan: “Teus parceiros de negócios são mais corajosos que você para defender o parceirão.”

A acusação central

Em 14 de fevereiro de 2026, Flávio Bolsonaro ainda não havia dito uma palavra sobre o Banco Master. Renan afirma: “Espero que ele tenha inclusive envolvimento com o caso, dado que o escritório de advocacia parceiro dele aparentemente tinha negócios junto ao Banco Master.”

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