Léo Lins É Absolvido pela Justiça
Vídeo: YouTube · Canal Renan Santos · Short · 24/02/2026
Resumo
Renan celebra a absolvição em segunda instância do humorista Léo Lins, que havia sido condenado em primeira instância por fazer piadas consideradas ofensivas em um show fechado para adultos. Para Renan, a decisão do desembargador que reverteu a condenação é uma das melhores notícias recentes para a liberdade de expressão no Brasil — mas não permite comemoração definitiva.
O argumento central: os mesmos magistrados que consideram absurdo fazer piada sobre grupos minoritários em ambiente fechado acham natural a existência de músicas que “tecem loas ao crime organizado” como o Comando Vermelho e o PCC — classificando-as como liberdade artística. Para Renan, a inconsistência revela motivação política, não jurídica.
Renan usa o caso para se posicionar: menciona que ele próprio foi processado em Tribunal de Justiça de São Paulo por chamar uma militante de “Jeca” — uma desembargadora feminista de esquerda interpretou o termo como racismo, por associação ao personagem de Monteiro Lobato, que era racista.
“Piada é só piada. Agora, deixar bandido na rua e fazer propaganda de crime organizado, isso é um problema sério.”
Alerta que a absolvição de Léo Lins é frágil: STJ e STF são a fonte das jurisprudências que embasam condenações como a de primeira instância (transfobia equiparada a racismo, pronomes obrigatórios). Conclui com convite para apoiar sua pré-candidatura como caminho para colocar o judiciário “dentro da sua caixinha”.
