Juliana do Bonde em Guajará-Mirim

Renan comenta a proposta da prefeitura de Guajará-Mirim (RO) de pagar R$ 1 milhão para um show da cantora Juliana do Bonde — o mesmo padrão denunciado no episódio de Rorainópolis (2026-04-08 - Pinto do Equador e Juliana do Bonde).

Traz os números da cidade: 39.000 habitantes, apenas 6.000 com trabalho formal (incluindo funcionários públicos), 5.000 famílias no Bolsa Família com média de R$ 760 mensais, IDH 0,6 e indicadores ruins em saneamento e educação. Afirma que a cidade é sustentada por transferências federais e estaduais — ou seja, por impostos pagos por outras regiões — e, em vez de investir na correção dos indicadores, pauta um show populista para melhorar a imagem do prefeito.

Defende que, num governo seu, Guajará-Mirim teria que ser fundida a outras cidades, e que o administrador público “não pode se preocupar com a quantidade de roupa que a Juliana do Bonde vai usar, mas com as notas dos alunos em provas nacionais, saneamento, UBS e emprego”.

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