Eduardo Bolsonaro será preso!
Data: 17 de abril de 2026 Canal: Renan Santos Vídeo: YouTube
Resumo
Renan defende Eduardo Bolsonaro — mesmo sendo seu adversário — contra a condenação pelo STF por declaração feita em 2021 sobre a deputada Tabata Amaral.
A condenação: Alexandre de Moraes votou pela culpabilidade de Eduardo por ter dito que a campanha de Tabata foi financiada por Jorge Paulo Lemann (dono da Procter & Gamble, fabricante de absorventes) — crítica ao projeto de lei dela que colocou absorventes nos gastos públicos. Para Renan, é uma crítica política legítima de lobby: “o que é absolutamente normal falar que uma deputada fez um projeto de lei que coloca nos gastos públicos um produto feito por empresas da iniciativa privada.”
Renan defende ainda que a declaração foi feita no exercício da imunidade parlamentar de Eduardo.
O voto de Moraes, segundo Renan, é “um voto de vingança” — motivado pela relação atribulada entre Moraes e Eduardo (que se orgulhava de ter articulado sanções contra o ministro). “Os ministros do STF se comportam o tempo todo como agentes políticos vingativos.”
Risco prático: além de pena de prisão, Eduardo pode perder direitos políticos — o que Renan sugere ser o objetivo real da decisão, em paralelo ao que acontece com Alessandro Vieira.
Proposta reiterada: ministros do STF não podem julgar parlamentares; será criada corte específica. O STF deve julgar apenas causas constitucionais.
Temas abordados
- STF e Ativismo Judicial — condenação de Eduardo Bolsonaro; voto de vingança de Moraes
- Propostas para o STF — STF não deve julgar parlamentares
- Alexandre de Moraes — voto descrito como político e vingativo
- Tabata Amaral — mencionada como alvo da crítica de Eduardo
Pessoas mencionadas
- Eduardo Bolsonaro — deputado federal; condenado por Moraes
- Alexandre de Moraes — ministro do STF; votou pela condenação
- Tabata Amaral — deputada mencionada no caso