Nota oficial sobre uma humilhação imposta pelo STF

Data: 17 de abril de 2026 Canal: Renan Santos Vídeo: YouTube

Resumo

Renan nota o padrão do caso do senador Alessandro Vieira (Podemos, SE): após propor indiciamento de ministros do STF via CPI, o senador sofreu resposta coordenada de Gilmar Mendes (que ameaçou cassação de mandato e inelegibilidade), de Lula (que foi ao Sergipe e “desmontou qualquer palanque” para Vieira), e de Flávio Bolsonaro (que o atacou antes, dizendo que ele era “grande hipócrita” e que a CPI era “ilegal”).

O padrão, segundo Renan: “Toda vez que você enfrenta o sistema, PT, STF e bolsonarista trabalham juntos.” Flávio chegou a afirmar que a CPI “colocava descrédito” no Legislativo ao vincular o governo Bolsonaro ao Banco Master — o que Renan interpreta como defesa do próprio rabo.

Também cita Valdemar da Costa Neto, que disse que o tema impeachment de ministros do STF “diminuiu muito” em relevância — para Renan, sinal de que o PL não pretende fazer nenhum enfrentamento real.

Proposta de Renan: criar um tribunal político específico, com desembargadores nomeados por sorteio, mandato de 2 anos, competente para julgar deputados e senadores — retirando essa competência do STF. Assim, parlamentares ficariam livres para fiscalizar o Supremo sem risco de retaliação.

“Ninguém mais sofre chantagem de ministro algum. Ninguém quer dançar com ministro algum.”

Temas abordados

Pessoas mencionadas

  • Alessandro Vieira — senador (Podemos-SE); propôs indiciamento de ministros do STF
  • Alexandre de Moraes — referência ao STF como instrumento de retaliação
  • Gilmar Mendes — ministro do STF; ameaçou cassação de Vieira
  • Flávio Bolsonaro — atacou Vieira antes do STF agir
  • Valdemar da Costa Neto — minimizou impeachment de ministros do STF