Marmelada na CPI do Banco Master
Renan denuncia que PT, centrão e bolsonarismo fizeram um acordo para suprimir a CPI do Banco Master na reunião do Congresso, em troca da pauta da dosimetria dos envolvidos no 8 de janeiro.
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O acordo
A reunião do Congresso Nacional (Câmara + Senado) deveria pautar, entre outros temas, a dosimetria para os envolvidos no 8 de janeiro/Jair Bolsonaro e a CPMI do Banco Master. O plano de Alcolumbre, segundo Renan: avançar com a dosimetria em troca de retirar o Banco Master da pauta.
O interesse pessoal de Alcolumbre: indicou Oto Lobo para a CVM (homem de Vorcaro), e o estado do Amapá investiu a previdência dos servidores em títulos do Banco Master.
O interesse coletivo no silêncio
Para Renan, ninguém quer a CPI em ano eleitoral:
- PT e centrão: conexões diretas com o banco.
- Bolsonarismo: “os bolsonaristas que estão muito calados”.
- Todos os lados têm “intocáveis” — figura que sintetiza a tese de que “todo mundo tem os seus intocáveis. Não importa a cor se é vermelho, amarelo, laranja.”
O “teatro das tesouras”
Renan exibe imagens de políticos aparentemente opostos se abraçando: Sóstenes do PL abraçando Bessias, Flávio Bolsonaro abraçando Jaques Wagner.
“É você assistindo ao Vorcaro com todos esses caras, pagando a conta e no fim brigando por eles como se eles tivessem lado. Ninguém tem lado, só estão te usando.”
Ação do Partido Missão
Renan anuncia que o Partido Missão vai judicializar o tema para obrigar Alcolumbre a colocar a CPI do Banco Master em pauta.
“O Brasil das bizarrices.”
Desafia Flávio Bolsonaro a “pegar a sua bancada e mandar colocar na pauta agora a CPI” — e prevê que Flávio não o fará: “Você tem rabo preso, Flávio.”
Temas relacionados
Pessoas mencionadas
- Flávio Bolsonaro — desafiado a pautar a CPI; previsto que não o fará
- Alexandre de Moraes — mencionado como beneficiado pelo silêncio