Eu enterrei minha carreira política

Em 11 de setembro de 2026, Renan Santos anuncia que protocolou uma ação no STF pedindo a abertura de tudo o que envolve o inquérito das fake news de Alexandre de Moraes. Ele abre o vídeo dizendo que “acabou de enterrar sua carreira política”, mas que o fez “porque é dever nosso e dever meu como presidente de um partido político”. O gancho é a decisão de André Mendonça de levantar o sigilo do caso do Banco Master, que, segundo Renan, “vai trazer à tona um monte de absurdo, conversas, gravações que envolvem a compra de autoridades pelo Daniel Vorcaro”.

A ação, diz ele, pede que se torne público tudo o que aconteceu no inquérito das fake news: “autoridades que atuaram, quem foi perseguido, como eram os instrumentos utilizados pelo Xandão para perseguir adversários”. Renan emenda que “não parou aí”: pede também que venha à tona o escândalo do INSS — que, na sua descrição, “envolve Lulinha, envolve também gente envolvida com o Flávio, envolve gente ligada ao centrão, envolve autoridades da República, envolve o filho e o irmão do Lula”. O objetivo declarado é que “se o Brasil souber o que tá acontecendo” nos casos do Master, do INSS e do inquérito das fake news, “o Brasil para”, e “as pessoas vão despertar pro grande problema”.

A tese central do vídeo é a de que a corrupção não é exclusiva de um lado: “todo mundo que tá no topo do STF, à esquerda, à direita, centrão, tá todo mundo corrompido”. Renan afirma que só pode fazer esse enfrentamento porque “montou um partido político com vocês” — o Partido Missão — apresentando-se como “o único presidente de partido que tem condições morais e institucionais para fazer o enfrentamento desses caras”. Ele convoca a militância a “cumprir a nossa missão histórica de passar a limpa nesses vagabundos” e a “pressionar o STF, porque isso tem que virar público”: “todo mundo tem que descobrir quem roubou a gente e quem foram as autoridades que atuaram junto com eles.”

O vídeo tem caráter de convocação: Renan pede que os seguidores compartilhem “porque o Brasil precisa saber”. A transcrição automática corrompe alguns nomes — “Vorcoso” por Vorcaro e “NSS” por INSS —, registrados aqui já na grafia corrigida.

Temas abordados

  • STF e Ativismo Judicial — abertura do inquérito das fake news; instrumentos de perseguição atribuídos a Alexandre de Moraes
  • Escândalo Banco Master — levantamento do sigilo e “compra de autoridades” por Vorcaro
  • Escândalo do INSS — pedido de abertura do caso, que envolveria Lulinha, gente ligada a Flávio e ao centrão
  • Partido Missão — o partido como instrumento para “fazer o enfrentamento” e “passar a limpa”

Posições defendidas

  • Abertura Total dos Inquéritos — protocolo de ação no STF para abrir o inquérito das fake news e os escândalos do INSS e do Master
  • Tese de que “todo mundo no topo do STF, à esquerda, à direita e no centrão” está corrompido

Pessoas mencionadas

  • Alexandre de Moraes (“Xandão”) — alvo da ação para abrir o inquérito das fake news
  • André Mendonça — autor da decisão que levantou o sigilo do caso do Banco Master
  • Daniel Vorcaro — “compra de autoridades” pelo banqueiro
  • Lula — filho (“Lulinha”) e irmão citados no escândalo do INSS
  • Flávio Bolsonaro — “gente envolvida” no escândalo do INSS

Fonte