Renan Santos sustenta que os inquéritos e escândalos de corrupção devem ser integralmente abertos ao público — como instrumento para expor “todo mundo que tá no topo” do STF, da esquerda, da direita e do centrão. A posição se materializou, em setembro de 2026, numa ação protocolada no STF e num pedido recorrente de abertura de sigilos.
Ação no STF para abrir o inquérito das fake news (setembro de 2026)
Em 11 de setembro de 2026, Renan anuncia ter protocolado uma ação no STF pedindo que se torne público tudo o que envolve o inquérito das fake news de Alexandre de Moraes: “autoridades que atuaram, quem foi perseguido, como eram os instrumentos utilizados pelo Xandão para perseguir adversários”. O gancho é a decisão de André Mendonça que levantou o sigilo do caso do Banco Master. Renan apresenta a medida como “elevar o nível” e “tornar o jogo ainda mais complexo”, dizendo que abriu mão de parte de sua própria conveniência eleitoral ao fazê-lo (“eu acabei de enterrar minha carreira política… porque é dever nosso”). Ver 2026-09-11 - Eu enterrei minha carreira política e STF e Ativismo Judicial.
Abertura do escândalo do INSS e do caso Master (setembro de 2026)
No mesmo vídeo, Renan pede que venha “tudo à tona” também do escândalo do INSS — que “envolve Lulinha, envolve também gente envolvida com o Flávio, envolve gente ligada ao centrão, envolve autoridades da República, envolve o filho e o irmão do Lula”. Sua tese: se o país souber o que aconteceu nos casos do Master, do INSS e do inquérito das fake news, “o Brasil para” e “as pessoas vão despertar pro grande problema”. Ele resume o diagnóstico: “todo mundo que tá no topo do STF, à esquerda, à direita, centrão, tá todo mundo corrompido”. Ver Escândalo do INSS e Escândalo Banco Master.
O Partido Missão como instrumento (setembro de 2026)
Renan condiciona a viabilidade do enfrentamento à existência de uma estrutura partidária própria: “eu posso fazer isso porque montei um partido político com vocês”. Ele se apresenta como “o único presidente de partido que tem condições morais e institucionais para fazer o enfrentamento desses caras” e convoca a militância a “pressionar o STF, porque isso tem que virar público”. Ver Partido Missão.
Nota oficial sobre a própria inclusão no inquérito (setembro de 2026)
Em 11 de setembro de 2026, Renan confirma ter sido citado no inquérito do Banco Master e responde negando qualquer vínculo: “eu não conheço o senhor Daniel Vorcaro”. Afirma que dois de seus próprios vídeos de denúncia foram usados para fundamentar a apuração — o que, na sua leitura, reforça que ele foi quem expôs o caso, e não quem dele participou. Ver 2026-09-11 - Nota Oficial sobre minha inclusão no inquérito do Master.
Relação com outras posições
A abertura dos inquéritos se articula à pauta de transparência de Renan — ver Transparência Digital e Anticorrupção — e à sua crítica à atuação do STF — ver Propostas para o STF e Manifesto contra o STF e Calendário de Atos.
Fontes
- 2026-09-11 - Eu enterrei minha carreira política — anúncio da ação no STF para abrir o inquérito das fake news e os escândalos do INSS e do Master
- 2026-09-11 - Nota Oficial sobre minha inclusão no inquérito do Master — citação de Renan no inquérito e negação de vínculo com Vorcaro
