Érika Hilton
Deputada federal pelo PSOL (SP), figura usada por Renan Santos recorrentemente como exemplo da “esquerda identitária” que, na sua leitura, prejudica as mulheres reais ao priorizar pautas simbólicas sobre segurança física e punição efetiva de crimes.
Nota: esta página reúne apenas afirmações feitas por Renan Santos em seus vídeos.
Perseguição à jornalista Madeleine Lackso via AGU (abril de 2026)
Em 19 de abril de 2026, Renan denuncia que Érika Hilton usou a Advocacia-Geral da União para mover ação contra a jornalista Madeleine Lackso, acusada de produzir fake news por ter reportado um projeto de lei já arquivado — crítica que Renan descreve como “vazia e sem fundamentação jurídica.”
Para Renan, a AGU não deve ser instrumento de interesses persecutórios de uma deputada federal. O episódio é parte de um padrão de uso de leis de desinformação “para fazer perseguição a qualquer um que ataque os grandes símbolos da feminilidade brasileira.”
A ironia apontada: a presidente da Comissão da Mulher perseguindo uma mulher jornalista. “Há uma perseguição sendo tocada por gente que quis defender a mulher, fazendo a perseguição contra mulheres.”
Ver 2026-04-19 - Erika Hilton x Madeleine Lackso.
Votações contra medidas penais (2026)
Renan aponta duas votações de Érika Hilton como diretamente responsáveis pela impunidade de crimes violentos praticados por menores:
- PL 1112 de 2023 — projeto que aumentaria as penas para crimes hediondos. Érika Hilton, PT e PSOL votaram contra.
- PEC da Segurança — havia trecho de redução da maioridade penal para 16 anos; o governo pressionou e o relator o retirou sob liderança da bancada oposicionista ao texto.
“Sim, Érika Hilton, Lula, o PT e companhia estão com as mãos sujas de sangue por todos os crimes hediondos cometidos por esses jovens.”
Ver 2026-05-04 - O que Erika Hilton tem a ver com o estupro coletivo.
PEC da escala 6x1: 122 faltas e ausência na própria votação (abril de 2026)
Em 24 de abril de 2026, Kim Kataguiri revelou em comissão que Érika Hilton — principal propagandista da PEC da escala 6x1 — não estava presente na votação na CCJ que deliberou sobre a admissibilidade do próprio projeto que ela promoveu. Kataguiri divulgou o total de 122 faltas em reuniões de comissões e no plenário.
Renan usa o episódio para questionar por que o projeto é uma PEC (e não um simples projeto de lei): uma PEC exige mais trâmites — CCJ, plenário, Senado, volta à Câmara — o que cria mais ocasiões para palanque. Renan interpreta como estratégia de marketing eleitoral para Lula, com baixa probabilidade de aprovação real e alto rendimento midiático.
Ver 2026-04-24 - Erika Hilton e escala 6x1 e Kim Kataguiri.
PEC da escala 6x1 (contexto anterior)
Renan já havia citado que Érika Hilton liderou a PEC da escala 6x1 — pauta que ele caracteriza como populismo progressista aproveitada eleitoreiramente por figuras de direita como Cleitinho Azevedo.
Ver 2026-05-01 - A proposta mais burra que você vai ver hoje.
Definição de “pessoas que gestam” e a crítica à linguagem identitária
Érika Hilton usa o termo “pessoas que gestam” em vez de mulheres. Renan critica essa formulação como apagamento da identidade feminina:
“A existência de uma mulher biológica, por contraste, faz com que ela se sinta falsa naquilo que ela é.”
Renan é contrário à presença de pessoas trans anatomicamente masculinas em banheiros femininos e usa a posição de Hilton para ilustrar o argumento.
Ver Pautas Identitárias e de Gênero e 2026-03-15 - ÉRIKA HILTON É VIOLENTA CONTRA MULHERES.
”Letramento” com Oruam
Em outubro de 2025, quando Oruam anunciou pré-candidatura a deputado estadual no RJ, Renan afirmou que Érika Hilton já havia tentado fazer um “letramento” com o rapper — descrevendo a postura como endosso ao porta-voz do Comando Vermelho.
Ver Oruam.
