Manifestação na Paulista — 11 de abril de 2026

Ato convocado por Renan Santos para a Avenida Paulista, em São Paulo, no dia 11 de abril de 2026, às 15h, em defesa do instituto da delação premiada e pela responsabilização dos envolvidos no Escândalo Banco Master.

Contexto e motivação

A convocação ocorreu depois de uma sequência de movimentos institucionais que Renan interpretou como tentativa coordenada de esvaziar a investigação do Banco Master:

STF derruba CPMI do INSS (27 de março): Por 8 votos a 2, o STF derrubou a prorrogação da CPMI do INSS, que havia avançado até atingir ligações com a família de Lula e o ecossistema do Banco Master. O único ministro que votou contra, junto com Fux, foi minoria. Renan: “O STF e o Centrão — pode incluir PL, pode incluir PT — todo mundo quer que essa CPMI acabe.” Ver 2026-03-27 - URGENTE - STF derruba CPMI do INSS.

“Operação marmelada” (2 de abril): Renan acusou que ministros do STF tentavam desacreditar a iminente delação de Daniel Vorcaro via declarações à Folha de S. Paulo, argumentando que a PGR iria exigir multa alta para inviabilizá-la. Renan rebateu: “O Vorcaro quer a delação, tem grana e bala na agulha.” Ver 2026-04-02 - A OPERAÇÃO MARMELADA começou.

Xandão tenta acabar com a delação premiada (9 de abril): Alexandre de Moraes teria movimentado uma ação de 2021, impetrada por advogados do PT, pedindo o fim da delação premiada — justamente quando a delação de Vorcaro avançava. Segundo Renan, especialistas e a PF identificaram que a delação atingia mais o próprio Moraes do que Toffoli. Entre as acusações específicas: viagens de jatinho de Moraes com advogados do Master, encontros em Trancoso (BA), e contrato de Vorcaro com a esposa de Moraes (Viviane Barci) com R$ 80 milhões já pagos. Ver 2026-04-09 - Xandão quer mudar delação premiada.

Pauta do ato

  • Defesa do instituto da delação premiada como instrumento anticorrupção
  • Responsabilização de todos os envolvidos no Banco Master — política, judiciário, sistema financeiro
  • Oposição à tentativa de Moraes de derrubar a delação premiada via STF

A convocação

“É a maior marmelada da história. A casa cai e vai depender do único elemento que eles não querem contar: o povo e as ruas.”

Renan enquadrou o ato não como manifestação partidária, mas como resposta popular a uma tentativa do sistema de se blindar antes que as investigações chegassem aos poderosos.

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Fontes