André Mendonça

Ministro do Supremo Tribunal Federal, indicado ao cargo pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em 2021 com a promessa de ser um ministro “terrivelmente evangélico” — expressão que se tornou marca de sua indicação.

O que Renan diz sobre ele

Afastamento de Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal (setembro de 2026)

Em 8 de setembro de 2026, no vídeo “André Mendonça afasta Andrei Rodrigues”, Renan defende “de forma aberta e sem medo a imediata saída de Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal”. O short encerra com um trecho de notícia narrada informando que Mendonça determinou o afastamento de Andrei Rodrigues da diretoria da PF — apresentado como a concretização da defesa que Renan fazia. Ver 2026-09-08 - André Mendonça afasta Andrei Rodrigues.

”Tem nas mãos” Moraes e Flávio; não pode ter lado (setembro de 2026)

Em 4 de setembro de 2026, no vídeo “A verdade sobre André Mendonça e Xandão”, Renan afirma que Mendonça “tem nas mãos” Alexandre de Moraes — e agora também teria Flávio Bolsonaro “nas mãos”, inclusive a pedido da PGR. Ele pede que o Senado “bote para andar” o impeachment contra Moraes e que Mendonça não caia na “armadilha de ser um ministro do STF que tem lado”: que use a chance para “derrubar a todos” e “passar o Brasil a limpa”. Renan também relata que Moraes tentou colocar Mendonça no seu inquérito e foi derrubado pelo ministro Fachin — lido como a “primeira vez” que Moraes perde. Ver 2026-09-04 - A verdade sobre André Mendonça e Xandão.

Embate com Moraes no STF em torno do Banco Master (setembro de 2026)

Em 2 de setembro de 2026, Renan afirma que Alexandre de Moraes e André Mendonça “quase saíram na porrada” no STF, num episódio que ele descreve como o início de uma “guerra civil” na Corte. Segundo Renan, Mendonça estaria tentando “trazer luz” ao Escândalo Banco Master enquanto Moraes “e sua turma” reagiriam para abafar o caso. A fala coloca Mendonça como o ministro que pressiona pela apuração do escândalo dentro do Supremo. Ver 2026-09-02 - Eu fui censurado por 24h.

Ação contra Lulinha no escândalo do INSS (julho de 2026)

Em 30 de julho de 2026, Renan elogia a atuação de André Mendonça por “ir para cima” de Lulinha (filho de Lula) por tráfico de influência no escândalo do INSS — dizendo que o ministro “está fazendo um bom trabalho”. Para Renan, a ação contra o filho do presidente demonstra que a corrupção não é exclusiva de um campo político.

Ver 2026-07-30 - Bomba! Lulinha é envolvido no escândalo do INSS.

Nomeação de ministro católico (junho de 2026)

Em 1.º de junho de 2026, Renan Santos menciona André Mendonça ao apresentar sua proposta para proteger a liberdade religiosa no Brasil. Renan anuncia que, como presidente, nomearia um ministro do STF “terrivelmente católico” para atuar junto com Mendonça — referido exatamente como o ministro “terrivelmente evangélico” — com o objetivo de “disciplinar a perseguição aos valores comuns do brasileiro” e garantir que padres e pastores possam exercer sua pregação livremente.

Fontes