Rogério Marinho é citado por Renan Santos como coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência em 2026. Renan o usa como peça central do que chama de dupla face do bolsonarismo: discurso público de enfrentamento ao STF e negociação de bastidor com ministros da Corte.
Nota: esta página reúne apenas afirmações feitas por Renan Santos em seus vídeos. As afirmações são reprodução das declarações dele e não são verificadas independentemente por este wiki.
Encontro com Gilmar Mendes e recusa de assinar o impeachment de Moraes (setembro de 2026)
Em 5 de setembro de 2026, no pronunciamento sobre o caso Alexandre de Moraes, Renan afirma que, na sexta-feira anterior, Rogério Marinho “foi até o Gilmar Mendes fazer as pazes com ele, evitando crises”. Renan destaca que se trata do mesmo Rogério Marinho que se negou a assinar o pedido de impeachment de Alexandre de Moraes, e usa a coincidência para argumentar que o tema do enfrentamento ao STF é usado pelo PL “apenas como ferramenta eleitoral”. Ele conclui que “nem eu, nem a população brasileira devemos fazer papel de trouxa num comício eleitoral para eleger gente do PL”. Ver 2026-09-05 - Essa é minha posição oficial sobre o caso Alexandre de Moraes e meu comunicado sobre manifestações.
Em 4 de setembro de 2026, no vídeo “A verdade sobre André Mendonça e Xandão”, Renan já havia revelado que o coordenador da campanha de Flávio foi encontrar Gilmar Mendes “para apaziguar a relação” entre a candidatura e o STF — apresentando o episódio como prova de que o bolsonarismo negocia com a Corte nos bastidores enquanto convoca manifestações contra ela. Ver 2026-09-04 - A verdade sobre André Mendonça e Xandão.
Fontes
- 2026-09-05 - Essa é minha posição oficial sobre o caso Alexandre de Moraes e meu comunicado sobre manifestações — encontro com Gilmar Mendes; recusa de assinar o impeachment de Moraes
- 2026-09-04 - A verdade sobre André Mendonça e Xandão — primeira menção a Marinho como coordenador de campanha de Flávio buscando apaziguar o STF
